(crédito da foto: Willian Yudi)*
Pare e pense: aqui, neste exato momento, quantas ações você já tomou sem medir as possíveis conseqüências? Muitas, poucas ou nenhuma?
Talvez seja bom nem parar parar contar. Às vezes o que me dá medo é de que, se começar a contar, não se chegue a um fim.
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Ações são tomadas mediante nosso consentimento de que as mesmas são, ora boas, ora ruins, geradoras de efeitos. Tudo o que pensamos, fazemos, falamos sobre, imaginamos e colocamos em prática são ações. O que nos move, em nossa sociedade, são essas mesmas ações das quais baseamos nossas vidas.
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Nosso respaldo deve estar sempre em nossa consciência. Agir corretamente significa pensar. E só há uma maneira de se pensar corretamente: baseando-se em princípios. Por isso digo que nossa vida nunca será boa e devidamente encaminhada, numa senda cujo destino é a felicidade, caso não nos demos conta de que precisamos urgentemente de princípios.
Posso ter minha opinião sobre determinado assunto, por exemplo, e, naturalmente, não estar de acordo com aquilo que uma certa pessoa pensa sobre este mesmo assunto. Eventualmente, uma pessoa cujo princípios estão jogados no lixo discutira até o fim para que sua opinião prevalecesse e/ou a pessoa se desse vencida pelo cansaço. Já aquela que garante sustento em suas afirmações com o norteador de que tudo o que ela pensa é, naturalmente pode ser, diferente daquilo que outras pessoas pensam, esta pessoa agiria gerando futuras ações, boas, baseada no propósito de discutir com o objetivo de gerar bons fluidos.
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Posso estar um pouco equivocado, mas geralmente as piores escolhas são aquelas feitas sem pensar. Não se trata de não ter princípios apenas, mas de não haver plano algum!
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Outros me perguntam se, às vezes quando se muda um princípio, isso gera efeitos bons ou ruins. Eu digo que nunca é tarde o bastante para mudar sua opinião. Mentes abertas funcionam melhor do que os núcleos com envoltório que se fecham para o mundo. Mude seus princípios caso perceba que os mesmos não estão gerando bons resultados ou não estão lhe fazendo bem.
Não estou tratando aqui dos princípios em si, que podem ser bons ou maus, dependendo da pessoa que os escolhe, mas sim do FATO [ato] de optar por levar uma vida baseada neles.
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Já me perguntaram quais são meus 5 princípios de vida. Nunca parei tanto para pensar e tentar chegar a uma solução logo. O que encontrei foi:
1) Felicidade
2) Compromisso
3) Responsabilidade
4) Passionalidade
5) Companheirismo
[ Destes, somente o último é resquício dos tempos DeMolay]
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