1.8.15

New Season, New Things


Depois de muitas temporadas com esse lado oculto, já posso me dar ao sabor de descrever uma temporada de muito sol, de muitas conquistas, de muita alegria.

É uma era de felicidade, numa mescla com algumas poucas coisas antigas. Esses últimos anos têm sido muito bons... Em todos os aspectos, como reencontrar amigos antigos, rever pessoas queridas, poder conhecer outras novas.

Foi também quando pude descobrir que a gente deve amar sempre nossa família. Na verdade não descobri, mas sim reforcei. Fazemos amigos todos os tempos, que vêm e vão, enquanto nossa família permanece sempre a mesma.

E está sendo o ano das viagens boas e gostosas! Ainda tenho mais duas (pelo menos) a completar antes que 2015 acabe. Viagens curtas, que me fazem pensar nas belezas da vida, na simplicidade de nossa existência.


18.3.15

Nothing left to loose


E eis que chega uma grande dúvida: como não ligar para o que eu ouço no dia a dia?!

Não gosto de prejudicar ninguém, da mesma maneira que não me sinto bem quando sou prejudicado. 

Li um versinho esses dias e vou começar a colocá-lo em prática: o homem comum fala, o sábio escuta e o tolo discute! 

Nessas horas, parar e pensar não seja a melhor solução? Discutir é tolisse, e falar por falar todo mundo já faz. 

Agora achar alguém para escutar, ah... É quase impossível! Nossas relações modernas menosprezam isso. É a cultura da mensagem virtual, do emoticon que demonstra afeto, talvez distanciando a gente ainda mais!

Acho engraçado reparar nas conversas dos homens comuns. Quando querem ser escutados, falam de si próprios o tempo todo. Enquanto um está a falar, na cabeça do outro o assunto que falará já está sendo produzido. 

Estou errado ao achar que isso tudo é egoísmo? Ninguém mais escuta? Para ser escutado, você tem que ir em grupo de terapia ou escrever nas redes? 

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