
*
Tudo isso só pra chamar a atenção.
*
Tenho escrito aqui, recentemente, aquilo que me cerca a respeito de amizades, desencontros da vida e até mesmo pequenas situações cotidianas que vivo, presencio e dou muita risada.
Então, pra não perder o costume, vamos falar disso mais uma vez.
*
Estive recentemente em contato com as mais absurdas adversidades humanas. Encontrei um pouco da realidade. Quem diria ser eu, bravo guerreiro dos invernos sóbreis dos quais sobrevivi para contar histórias e, por que não, recontá-las, quem diria ser eu o porta-voz dessa humilhante situação chamada atrofiamento mental. Da qual, infelizmente, também faço parte.
*
Quando se fala em declínio, ida para baixo ou de pé e ré, acho o assunto chato. "Não vamos falar de involução quando a evolução está nos chamando". Talvez seja por isso que eu, até hoje, não me aborreça por exemplo se me disserem que o verde está virando quadrado azulado e com um tom metálico. Faço-me ser compreendido em pequenos olhares, gestículos e até mesmo palavras de pouca sabedoria, todavia que demonstram o quão diminuída está minha cegueira em relação aos desprazeres oferecidos por aí.
*
E cegueira tem cura? Não sei se tem, mas já me aborreço ao pensar que possa ter. Que possa ter para o outro lado. A tomada de consciência tão comentada por Huxley. Não se toma consciência comunitária do dia para a noite com o propósito de evolução. E tudo isso continua como uma grande élice giratória produzindo energia o suficiente para alimentar a burrice de, no mínimo, quatro gerações posteriores. Burrice...
*
Atrofiamento é legal, cool, claro! Se me derem uma arma, já nem sei o que faço. Mas por favor, não me venha falar das roupas da vizinha! Não sou nem eu quem lava as suas.
Tudo isso só pra chamar a atenção.
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Tenho escrito aqui, recentemente, aquilo que me cerca a respeito de amizades, desencontros da vida e até mesmo pequenas situações cotidianas que vivo, presencio e dou muita risada.
Então, pra não perder o costume, vamos falar disso mais uma vez.
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Estive recentemente em contato com as mais absurdas adversidades humanas. Encontrei um pouco da realidade. Quem diria ser eu, bravo guerreiro dos invernos sóbreis dos quais sobrevivi para contar histórias e, por que não, recontá-las, quem diria ser eu o porta-voz dessa humilhante situação chamada atrofiamento mental. Da qual, infelizmente, também faço parte.
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Quando se fala em declínio, ida para baixo ou de pé e ré, acho o assunto chato. "Não vamos falar de involução quando a evolução está nos chamando". Talvez seja por isso que eu, até hoje, não me aborreça por exemplo se me disserem que o verde está virando quadrado azulado e com um tom metálico. Faço-me ser compreendido em pequenos olhares, gestículos e até mesmo palavras de pouca sabedoria, todavia que demonstram o quão diminuída está minha cegueira em relação aos desprazeres oferecidos por aí.
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E cegueira tem cura? Não sei se tem, mas já me aborreço ao pensar que possa ter. Que possa ter para o outro lado. A tomada de consciência tão comentada por Huxley. Não se toma consciência comunitária do dia para a noite com o propósito de evolução. E tudo isso continua como uma grande élice giratória produzindo energia o suficiente para alimentar a burrice de, no mínimo, quatro gerações posteriores. Burrice...
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Atrofiamento é legal, cool, claro! Se me derem uma arma, já nem sei o que faço. Mas por favor, não me venha falar das roupas da vizinha! Não sou nem eu quem lava as suas.
