10.11.08

Os caminhos que percorrem novembro


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Meu espaço oculto neste mês vai tentar se auto ressucitar. Não sei como, mas muitas vezes quando tenho vontade de postar algo aqui, nem que seja um simples Oi, muitas vezes não consigo. "Não me daria ao luxo de dizer isto em voz alta", haha.
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Eu e minhas viagens, alucinações, pensamentos alheios. Aliás, para escrever, nada melhor que uma música que me faça pensar - e não dormir! Gosto muito de ouvir The Album Leaf, acho que neste ano finalmente encontrei a banda pela qual eu sempre procurei. Gosto do som deles, é relaxante, faz você pensar em mil coisas quando está deitado em sua cama escutando as músicas calmas e os mais diversos sons instrumentais. É simplesmente fas-ci-nan-te.
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Falando em fascinação, agora em novembro acho que estou mais humano novamente. Após tamanha crise que enfrentei ao longo deste ano, coube a mim novamente colher os frutos de uma longa jornada dedicada especialmente ao meu trabalho. Hoje recolho os frutos que plantei com meu sorriso.
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E, por acrecentar um pouco de sorriso à minha vida, ganhei novos amigos. Fiz amizades, não diria que para a vida inteira, mas amigos que quero bem, que sinto confiança e sou até mesmo dependente deles. Quem diria que eu, algum dia, iria me apegar tanto a pessoas completamente diferentes de mim. E quem diria que eu não me apegaria?
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Acho engraçado dizer que já estou em novembro. Nunca fui de comemorar o ano que está se acabando, justamente porque pararia qualquer momento bom para vivenciá-lo durante a eternidade. Pararia mesmo!
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Já vou resumindo 2008 como o ano do início da vida adulta. "Here we go!". É este o ano da conclusão do curso de inglês, das músicas fascinantes do The Album Leaf, das viajens aos fins-de-semana para minha home town, das pessoas que conheci pouco, mas considero muito importantes para mim. É o ano do saquê (e de suas respectivas caipirinhas sabores ...), da saudade, do remorso, da própria tristeza que me pegou em quase total parte também, como ainda o ano da retomada de uma diversificada lista de sonhos da qual eu extraía forças para continuar lutando e sobrevivendo.
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Mas 2008 ainda não acabou! E, agora no finalzinho, promete ser o ano do amor :D Amor este que pretendo alimentar, que desejo ver crescer, prosperar, dar filhinhos [ops, esquece essa parte haha]. Enfim, um ano muito consciente, que me fez enxergar as coisas como elas realmente são, que me fez batalhar para poder seguir em frente, que me obrigou a lidar com gente chata, mesquinha e completamente sem noção, que me fez sentir orgulho e até mesmo humilhação.
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Gosto de acrescentar sempre uma última frase sábia que sai de minha cabeça ao longo do texto. Hoje, a que saiu foi "Faço as coisas como elas devem ser feitas. Desvio um pouco do caminho, mas o percorro em linhas tortas que me fazem aprender a viver melhor".
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