28.6.09

CS Diário

Vou usar este espaço do blog para escrever sobre couchsurfers/surfistas que venho conhecendo, na ordem daqueles que ficaram em casa (na verdade nem me lembro mais da ordem exata):
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1) Nicholas, da Argentina. Nicholas veio lá do Paraguai, de onde disse ter tido diversas oprtunidades de conhecereste País, que, embora muitos dizem ser feio, mas que tem belezas incomparáveis e até mesmo cultura forte local. Fui até a rodoviária e fiquei esperando por ele. Não sabia ao certo como seria, então estava ao mesmo tempoancioso e nervoso. O ônibus atrasou um pouco, mas no final deu certo e ele chegou em Bonito. Fomos até minha casa,que na época estava incompleta em quase tudo. Meus pais iriam vir pela primeira vez para me ajudarem a compor a casa,então na verdade ele não teve muito conforto. Nicholas já havia viajado como surfer antes em outros países, então falavainglês muito bem e fluentemente. Era engraçado pois ele não conseguia entender Português e eu já não sou tão bom para entederespanhol, ainda mais em sotaque puxado da Argentina! Nicholas conseguiu emprego no Taboa, descolando uma graninha enquantoficou em casa. Durante a mesma época hospedei três franceses maluquinhos.
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2) Vivi, Jonathan Yon et Rémi! Os três franceses loucos que me mandaram e-mail um dia antes de chegarem. Lembro quena época havia dado meu número para que eles me ligassem. Quando fui checar meu e-mail no dia da chegada, eles estavam online ehaviam me mandado e-mail dizendo que estavam em Bonito, lá na praça central! Desci correndo e, durante esta descida, eles mesmome ligaram prara me chamarem. Como ainda não estava estudando, tinha as noites livres para fazer o que quisesse, então fui até apraça para recebê-los. Eu ainda não tinha a mínima noção de como iria hospedar 04 pessoas na minha pequena casa, mas enfim deutudo certo! Só para se ter uma noção, nesta época recebi ainda um colega de minha sala que estava procurando lugar paramorar. então na verdade éramos 6 pessoas morando junto por um certo tempo. Quando fui buscá-los até tomei um susto de início,pois eles tinham um gol (quadrado) cheio de trapos, escapamento barulhento e pareciam hipies! Sim, pois sinceramente o cheiroera de roupa usada por muito tempo sem lavar, além de que Yon usava ainda vinagre para repelir os mosquitos! Ou seja, juntarama combinação de cheiro ruim e cheio desagradável tudo de uma vez só! Mas foi engraçado. Jogamos WAR uma vez, que durouuma eternidade e no final ninguém ganhou, além de jogar os famosos jogos PRESIDENTE, com baralho, no qual o objetivo primordialé voce se livrar de todas suas cartas. Eu que nunca havia jogado me senti feliz por ter aprendido! Durante o tempo todo, Remi estavasempre energizado, parecia que tinha tomado 500 red bull de uma só vez e não conseguia parar por um instante! Eu achava engraçado,ele estava sempre escalando os muros, grades e até mesmo painéis no centro da cidade. Durante boa parte do tempo, nossa comunicaçãofoi somente em inglês. Nicolas falava com eles em inglês, e às vezes, quando começavam a filosofar, todo mundo partia pro idioma francêse aí não tinha mais volta! Não fui a nenhum tour com eles, mas tentamos entrar no Balneário com desconto. Não deu certo. No final, Nicholas e os franceses foram embora juntos. Deixaram saudades.
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3) Crazy Miriam! That girl was really crazy! Miriam, da Holanda (Netherlands) chegou também através de request, porém não conseguiencontrá-la no primeiro dia, então ela se hospedou no Hostel. Na mesma noite fui até o Hostel com a Carol para buscá-la para irmosao Etílico. Ao chegarmos lá, Miriam já estava completamente enturmada e tocando seu instrumento que ela chamava de Melodica, porémque eu nunca tinha visto ou ouvido falar antes. Se não fosse pelo cansaço, eu teria aproveitado mais aquela noite. Miriam estava completamente agitada, quase tocando junto com a banda. Por pouco ela não fez isso! Voltei com ela ao Hostel e combinamos que no outrodia ela viria a minha casa. E assim foi. Miriam cantou, dançou e tagalerou muito conosco! Falava demais! Mas era engraçado! Enquanto assistíamosa algo na televisão, ela fazia questão de tentar ler as legendas em Português de uma maneira rápida e que, pronunciada pela sua misturade inglês e holandês, saia muito engraçado! Fui com Miriam até a rodoviária esperar por seu ônibus. Foi a única [até agora] que fiz isso.No dia posterior de sua partida, fiquei triste e sentindo saudades. Com Miriam fui também ao Balneário Municipal, onde fizemos "amigos"e inventamos nosso esquema de falar uma língua que somente nós dois entenderíamos! Miriam foi muito querida e eu com certezaaproveitei muito o tempo que passei com ela! Fomos a uma pizzaria e, na volta, soquei involuntariamente minha cabeça numa caixapregada a um poste, na qual há um telefone usado pelos taxistas. Foi literalmente feio o trombo, e ninguém conseguia parar de rir.Na volta, Miriam passou pela janela de meu vizinho e achou que ele estava escutando música holandesa. O resultado foi que ela bateu a cabeça na janela dele. Saímos correndo e eu, também, não conseguia parar de rir. Acho que foi meu primeiro ataque de risos aqui em Bonito.
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4) Marcel, de São Paulo capital, escreveu pra mim dizendo que viria no carnaval mas que todos os hotéis e pousadas estavam fechando apenaspacotes e ele queria ficar por apenas um dia. O legal foi que, por motivos que não posso explicar agora, comunicamo-nos apenas emInglês também, de tal modo a falarmos algumas expressões idiomáticas em Port e até mesmo partirmos para o idioma quando não aguentávamosmais o maldito inglês! Marcel foi uma pessoa que sei que valeu a pena ter conhecido, pois pude compartilhar com ele vários assuntose ele, com seu jeito engraçado e sinestésico de ser, explicar-me coisas interessantes também. O fato é que era época de carnaval e eusó iria começar a trabalhar em março. Então Marcel trouxe um [maldito!] litro de Absolut para saírmos antes já esquentados! Red Bull eAbsolut, só de escrever já me deu azia... Foi uma combinação que no começo da noite parecia maravilhosa, mas que depois me subiucom tudo e no final da noite estava saindo [obviamente para fora] em postes e até mesmo ao lado de minha cama! Eu mal posso me lembrardo que aconteceu naquela noite, somente de que eu estava num grau de bebura que somente havia tido quando inventei de tomarBohemia long neck lá no Sucão ano passado! No outro dia eu mal conseguia levantar da cama, e Marcel também estava meio mal. Masele queria conhecer Bonito [e naquela época eu também não conhecia muita coisa!], então fomos até a agência para bookar algunstours: Bóia Cross [curou parte de minha ressaca] e Bonito Aventura! Estava calor demais naquela época, e fomos no intervalo dos dois tours ao Balneário. Foi tudo muito divertido e tive boas conversas com Marcel. No outro dia ele me deixou na rodoviária [estranho né?]pois eu também estava deixando Bonito naquela manhã para ir à casa de meus pais.
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A partir daqui eu já não me lembro ao certo quem veio e em qual ordem. Lembro-me de ter recebido dois requests quase ao mesmotempo: um de um cara francês e outro de um alemão que conheceu a Miriam lá em Olinda. Vamos falar do francês, já que elechegou antes:
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5) Guillaume Bats, da França! Quando recebi o email do Guillaume, fiquei confuso! Ele escreveu em Português legível e bem entendível,então achei que ele havia usado um webtranslator e por isso o respondi em Inglês! Mas respondi perguntando qual língua eu poderiaescrever para ele, pois estava confuso quanto ao uso de Português ou não. Mas isso não é relevante. Guillaume escreveue eu não consegui compreender se ele queria me conhecer e conhecer Bonito ou ficar em casa. Tanto é que ele preferiu ir para o Hostelna primeira noite e ficou de me ligar na segunda noite. Volto a falar de como nos encontramos quando for falar da Manuela, pois elaficou aqui conosco no mesmo período que o Guillaume. Este francês, que parecia quieto e completamente abrasileirado pela formacom que falava e até mesmo dançava FORRÓ (caracas....) foi realmente um dos melhores guests que já recebi aqui, sem quererdesmerecer os demais! Ele chegou junto com a Manu e ambos deixaram suas coisas ali. Acho que no primeiro dia eles saíram paracomer alguma coisa, não me lembro, mas acho que fui junto com eles até a barraquinha de espetinho. O engraçado é que, dessa vez,também usamos a comunicação em Português! Mas o Guillaume foi sensacional pelo seguinte fato: ensinou-me duas vezeslições importantes sobre a vida e em meu próprio idioma! Vai ter sorte assim em outro lugar! Aquela fábula de "quando somos novos/jovens/velhos e não temos dinheiro/tempo/saúde" foi simplesmente um dos melhores ensinamentos que já tive! Acho que ele disse issoapós ter ouvido eu reclamado que queria viajar mas que nunca tinha tempo e disposição! De qualquer forma, fiquei feliz ao saber depois, pela própria Manuela, de que o Guillaume estava estreiando seu couch aqui comigo! Por isso quis passar a ele a melhor impressão que poderiater passado em relação ao meu jeito simples de ser. Não sei se surtiu efeito. Em uma das noites fizemos uma seção de fotos com livrose acessórios de carnaval. Na outra fomos ao Taboa Bar, onde ele dançou e continuou a me ensinar mais lições de vida. Praticamenteuma das experiências mais gratificantes que tive até hoje! O Guillaume desfez em mim o mito pré-existente de que os franceses fediame não tomavam banho! Foi a segunda coisa que aprendi com ele. Ele nos deixou um presente, uma espécie de saquinho de pano com lavandaque você deixa dentro do armário para perfumar suas roupas. Lembro-me como se fosse ontem de suas palavras:"Vocês acham que nós franceses não tomamos banho e fedemos né? Pois eu trouxe da França uma coisa pra provar a você que issoestá errado! Você deixa no seu guarda-roupa e vai perfumar suas roupas". Impressionante, não?!O Guillaume meio que me lembrava completamente meus amigos do colégio, do Marista especialmente, pelo jeito de se comportar.Foi embora após dois dias em minha casa, mas eu não estava mais lá parame despedir. Passei o resto do dia pensativo e até mesmo triste.

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6) Manuela Cunha, de Portugal! Foi realmente uma pena o modo com que nos encontramos! Manu me mandou um request poucos dias antesde chegar aqui em Bonito. Naquela época eu estava a conhecer os passeios também, e por isso não tive certeza se estaria na cidade pararecebê-la ou não. Naquele dia de sua chegada eu havia ido a um tour, e ao chegar fui correndo à lan house para ver se ela havia me respondido.Passei em frente a ela, meu inconsciente percebeu que era ela mas ao mesmo tempo minha distração e pressa para checar meu e-mailme fizeram ignorar sua presença na lan house. Ela estava de saída e o motorista da van do Hostel havia acabado de chegar. Ela tambémhavia percebido que era eu. Liguei no Hostel na sequência e aí fomos comentar "ah, então era voce lá na lan house". Ela ficou por láduas noites. No outro dia saí a procurá-la feito louco, pois eu iria a um outro passeio e não tinha certeza de que horas exatamente euestaria de volta. Ao encontrá-la, reconheci que o rapaz que estava sentado ao seu lado era o mesmo rancês que havia ficado de meligar! Então acabamos nos encontrandoali mesmo no bar. Deixei com ela minha chave e parti pra casa a pensar. No outro dia, enquantoeu arrumava minha casa, esperava anciosamente pelos dois. A Manu havia vindo a minha casa já, porém eu estava no tour. Ela erasimplesmente muito LEGAL! Acho que não consigo encontrar outra palavra melhor para descrevê-la, pois a Manu foi o tipo de pessoaque eu conseguia sentar e me sentir querido por algum tempo estando ao seu lado. Aproveitei seu Português de Portugal e pedia ela para que checasse um texto meu que tinha de apresentar ao professor de TGA. Não sei se foi com a Manu ou com o Guillaumeque comentei sobre os bomboms da dona Margarida. Quando encontrei eles no Taboa, tinham comprado um pra mim! Ela foi comigo a uma de minhas aulas a noite, aula de TGT! Participou ativamente respondendo às perguntas do professor.A Manu foi embora um dia depois do Guillaume, não me lembro qual o horário, mas depois que ela foi bateu em mim também um sentimento de tristeza por ter "perdido" duas pessoas tão legais em tão pouco tempo.
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7) Diego Gil, da Espanha. O Diego já chegou meio que revoltado por Bonito ter os passeios mais caros de sua viagem. Fui encontrá-lo lá na farmácia perto da esquina da sorveteria. Ele já tinha até feito amizade com a moça de lá. Na subida, se me recordo bem,fomos falando em Português normalmente, porém não muito apressado, pois senão ele não entendia. Às vezes saia algum inglêsno meio de nossas conversas. Acho que de todos, Diego foi o que mais me fez perguntas sobre os tours em Bonito. Indiqueia ele aqueles que realmente valiam muito a pena. Foi comigo a um dia na aula a noite, e lá ficamos conversando em inglês sobrea aparência do pessoal daquela sala. Foi embora no ônibus que sai as 06 am.
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8) GUIDO! Crazy Guido, da Alemanha. Confesso que eu estava assustado por hospedar um alemão em minha casa, porém como elehavia conhecido a Miriam e a própria Miriam indicado minha casa, ele havia escrito o e-mail há muito tempo e chegou. Conforme descreveu,estaria no VICIO DA GULA com uma mochila enorme, botas de treckking e lendo um livro. Eu saí da aula e fui direto procurá-lo, com umacarta em mãos que havia escrito em alemão, obviamente, com a ajuda de um webtranslator para isso. Ao encontrá-lo, ele estava exatamentecomo havia descrito no e-mail! Só que parecia bem mais novo do que sua idade. Eu estava assustado pois Guido é professor de físicae fala alemão, duas coisas que eu acho que nunca entenderia! Já pensou se ele resolve me ensinar física em alemão? É pedir pra morrer! Mas, particularmente, Guido foi também o primeiro guest que me fez sentir confortável de conhecer só na primeira conversa! Chegueiapressado e já falando em Português, e ele dizendo "I can't understand you, I don't speak Portuguese" and I "I'm so sorry, I was hostingPortuguese speakers before you, so I guess that I got used to it". Após ler minha funny carta cheia de erros [do webtranslator], Guidodisse "Nossa, que ótimo! Agora já me sinto em casa!", e nós rimos. Durante o tempo que passou comigo, eu sentia-me impertinado o tempo todo [no bom sentido] com suas piadas engraçadas! Era só eu começar a querer contar uma história longa e ele fazia aquele malditobarulho de ronco para me fazer entender que a história já tinha se prolongado demais! Então com ele foi muito fácil desenvolver aindamais meus senso de humor, mesmo ele sendo alemão [alemães me dão um pouco de medo, sério]. Eu ria muito com Guido. Até que um dia...Resolvi inventar falar da Tailândia! Ele me disse que sabia preparar comida tailandesa, e então resolveu fazê-la para testar suas aptidões culinárias. E eu fui na onda... Resultado: macarrão com alho, cebola, pedaços enormes de pimenta, pedaços de casca de limãoe tudo mais que podia deixar o macarrão ardendo! Comi tudo com muito esforço e uns 5 litros d'água ao meu lado! Sobrevivi! No dia anterior eu havia feito um macarrão com creme de leite que adoro, por isso ele quis recompensar. Guido fez seus tours em Bonitoe fomos um dia ao balneário também. Fui de bike e ele de moto táxi. Sem brincadeira, foi o melhor dia de todos [desde quando mudeipra Bonito] e até aquele tempo, o melhor dia que já passei aqui na cidade. Encontramos um inglês e duas suíças e nadamos, jogamosvôlei, futebol de areia e comemos. A noite, eu havia chamado eles todos para virem em casa jogarem War. Guido foi embora no ônibus das 6ame também deixou muitas saudades. Passei o resto do dia triste e pensativo.
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9) Alexandra Pap, da Hungria. A Sandra também chegou falando Portugês! Mas, por precaução, e para eu não ter de falar muito pausado,pois já não gosto tanto, estávamos falando somente em inglês. Fui recebê-la na rodoviária. Ela veio no onibus que vem de Corumbá.Ao reconhecê-la, já fui logo abraçando e ajudando a carregar as coisas até em casa. A Sandrinha me lembrou os tempos dos francesesque chegaram a passar praticamente 01 mês em casa. Ela também estagnou aqui em Bonito. Fez alguns passeios durante este tempo,e no resto estava estudando português ou lendo alguma coisa. Fizemos comida juntos e também fomos ao balneário. Na volta do passeioencontramos minha outra guest, Nina Maria, que vou falar no tópico posterior. A Alexandra era realmente muito bonita, e fazia jus à famade que os húngaros são pessoas amáveis e bonitas. Na verdade, eu só tinha ouvido falar sobre, mas não me lembrava nem ao certo ondeficava a Hungria dentro da Europa. A Sandra teve alguns momentos engraçados, dos quais eu nunca me esqueço, como o dia em quedeia ela um fósforo ainda aceso e pedi para apagar. Ela pegou o fósforo, abriu a torneira e apagou o mesmo com água. Ela também foia mais espera na questão de visitar os tours em Bonito, pois conheceu um cara de uma outra agência e passou a pedir algumas cortesiaspara passeios identificando-se como agente de viagens de uma operadora húngara. Deu certo! Fizemos o passeio de Bóia Cross juntos. Levei ela a uma aula também, acho que foi de TGA. A Sandra cozinhou um macarrão com queijo, iogurte desnatado, açúcar e baconque ficou uma maravilha! Não me lembro qual horário que ela foi embora, mas também me despedi.Não sei porquê, mas acho que a partir da Sandra já tinha me acostumado e não passei mais dias tristes após a saída dos surfers.

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10) Nina Maria! Era uma sujeita baixinha, e sua backpack era maior que sua estatura! Encontrei Nina no caminho de volta a minha casa,e já fui a cumprimentando. Após me reconhecer, Nina também me cumprimentou. Suiça, falava inglês muito, muito rápido, sendo quealgumas vezes nem eu e nem mesmo a Sandra podíamos entender. Durante seu período em Bonito, tive pouco contato com Nina natroca de experiências. Mas foi interessante. Apresentei a ela algumas músicas brasileiras, para ela superar o trauma de "Ai Jesus" que veio escutando durante sua viagem, provavelmente de uma pobre missionária freneticamente cristã! Apologize era a músicaque ela mais gostava de ouvir. Nina fez um pão suiço com leite e legumes fritos maravilhoso! Tanto é que até hoje eu o copiodizendo que foi minha invenção! Hehehe! Foi embora num dia pela manhã, acordou para me perguntar onde era a rodoviária. Entãopude me despedir, pois também iria com o onibus das 6am.
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11) Risto Lahi, da Finlândia! Risto, como ele dizia, "É Cristo sem C" foi uma experiência muito boa de surf também! Ele havia escrito um email pra mim perguntando sobre os tours em Bonito, e já aproveitei para oferecer a ele minha casa para ficar enquanto estivesse por aqui. Quando chegou, já me ligou e pedi que viesse me encontrar, pois ainda não havia saído do trabalho. Risto foi um grande amigo,companheiro e contador de casos também! Eu não tinha noção de várias informações sobre seu País, mas acabei obtendo apóssua chegada! Durante sua estadia aqui, recebi outro surfer dos EUA, Ryan. Com os dois fui ao Balneário [para variar...] a pé e voltamosde carona. Foi com eles que tive o primeiro Happy Hpur em Bonito no Aquários Restaurante, bebendo cerveja às da tarde com um bando de gente que se conhecia por acaso! Em uma das noites fui com Risto no Taboa, onde ele encontrou um pessoal que já conhecia. Ele ficou desesperado por causa do horário que havia marcado, e eu disse "relaxaa, aqui é o Brasil". Lá no Bar conheci mais um montede gente legal daqui mesmo do Brasil, sendo que depois ele ainda teve coragem de brincar com a menina falando da sacola do Papai Noel. Risto foi o guest mais sociável que já tive, e isso mesmo ele morando num país tão friocomo o dele! Sempre aberto a conversas e gostava de contato pessoal com as pessoas para diminuir as barreiras e distâncias. Acho que ele foi o maior fã da famosa caipirinha de sakê que eu faço. Aliás, ele e o Ryan. Foi embora mas eu não fui com eles até a rodoviária. Ainda mantenho contato pelo facebook.
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12) Ryan, from San Fran, Califórniaaaaa, US. Aqui em Bonito não foi a primeira experiência que tive com native speaker de inglês, mas o Ryan meio que me deu uma noção de como funciona a bagaça. Falando mais rápido que um loucutor de rádio, às vezes era incompreensível ouví-lo e entender. Algumas vezes eu pegava de primeira, mas geralmente eu tinha que fazê-lo repetir e mais devagar para que eu pudesse acompanhar seu raciocínio. Mas o Ryan mesmo foi outro guest bacana, do qual tive poucas conversas. Passei realmente mais tempo com o Risto do que com ele, mas também, às vezes ele pegava no embalo da conversa e ía até não caber mais neurônio tradutor na minha cabeça! O Ryan também gostou da caipirinha que fiz, acho que cozinhei o tempo todo para os dois. Mas foi bacana. Experimentei o pão suíço. Troquei informações sobre US é até mesmo sobre a Bomba de Hiroshima [é, eu tinha assistido um documentário alguns dias antes sobre ela, então ainda tava fresquinho!]. Foi embora junt com o Risto de ônibus pra Campo Grande. Não ouvi mais falar dele.
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13) Minha outra native speaker, dessa vez from Canada! Vivian Kulaga foi a pessoa que passou a maior quantidade de tempo comigo desde que comecei co



14) Ismael e família.
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15) Maxime e Ariane
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16) Ursina.