26.9.10

Pensamentos de um domingo chuvoso qualquer

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Engraçado que hoje choveu... E olha que não está sendo pouco. Tenho tantas coisas em mente, mas apenas uma não me sai mais da cabeça.
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Ontem durante a tarde fui ao passeio Estância Mimosa com o pessoal da minha sala. A visita em si foi extremamente divertida e valeu muito a pena. Ainda estava sol e calor, então deu para aproveitar bastante.
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Ainda ontem, quando cheguei em casa, não consegui fazer muita coisa senão ler um pouco, escrever e ir dormir. Estava exausto. Hoje cedo, 5AM, acordei com o barulhinho da chuva. Preocupado, pois havia perdido meu guarda chuva. E como trabalho aos domingos, encanei de chegar no trabalho todo enxarcado. Mas deu tudo certo.
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A noite vou chegar em casa e tentar fazer a última sopa do ano. Daqui pra frente sei que vai esquentar, esquentar e ferver, então é melhor aproveitar esse último dia chuvoso.
Pena é não ter uma boa companhia, ver um filme qualquer e deitar abraçadinho. Mas creio que isso logo pode chegar ao fim.
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Quero agora ficar em casa, terminar minha leitura, assistir alguma coisa que me entretenha e depois dormir com o barulhinho da chuva. Pena que você não estará ao meu lado...
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22.9.10

When it rains, I can't stop thinking about you

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Mesmo quando penso em você, ainda sinto uma certa insegurança. Seu nome cravado em meu coração, sua presença ainda fincada me lembram nossa primeira dança.
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Ainda recordo a primeira vez que te vi, como uma brisa de verão. Meu fôlego e respiração, como uma leve queimadura de sol, deixaram-me sem caminho, sem ar, sem saber o que fazer.
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Ainda gosto de você. Ainda gosto de amar você. Deixo-me levar pelos leves ventos que me carregam rumo ao seu ser, ao seu mundo. Breve e estranho jeito de amar-te.
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Consigo aos poucos imaginar sua imagem em minha mente, construída com pequenos cacos que se moldam à beleza de seu corpo, curvas esculturais, deixando-me todo torto.
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É você que eu quero. É você que eu amo. Mais que um amor passageiro, mais que simplesmente palavras. Não consigo mais esquecer-te. For me it's you!

19.9.10

Nada como um dia após. Outro dia após.

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Às vezes me pergunto o que seria de todos nós se não houvesse empatia. Empatia entre os humanos, entre ascoisas, promovendo o melhor que há na conduta de uma harmoniosa relação completamente desigual. O desigual nos atrai, o diferente nos chama a atenção. Não é à toa que, numa chuva cercada de guardas-chuvas pretos pelas ruas, o mais coloridinho se destaca.
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Foi-se a época em que costumávamos não nos importar com tamanhas desigualdades. Talvez pela própria inocência, ou ainda pela simples ingenuidade de não saber diferenciar. Onde foi que aprendemos a ser esse medidor de qualidade? Separatista, discriminatório. Diferenciador.
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Salvo-me esses dias. Consegui diferenciar o quão mórbida, fria e cruel pode ser uma sociedade assim, apática. Julgamentos pelas costas, coisas absurdas. Não me excluo, pois sei que coo-participo, e, muito menos do que se espera, diferencio também.
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Perguntaram-me esses dias se valeria à pena um pouco de mocca no latte. Disse que não entendi a piada, se quer aquilo fosse algo para rir; já não é engraçado caçoar dos outros, rir de lgo que não faz parte de nosso cotidiano. Aprendi muito com isso. Agora devemos todos, inclusive eu, saber compreender que todas as diferenças são o que geram uma sociedade empática, ciente de suas necessidades e, na medida do cabível, disposta a ajudar os outros.
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Lembro-me ainda, no passado, dos papos sobre implantes, reduções, aumentos, ganhos e perdas, dentre outras futilidades que viraram moda atualmente. Me faz repugnar tudo quanto é assunto escroto, sem um futuro muito semblante e algo que nos faça recordar.
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É como diria um velho amigo: nada como um dia após. Outro dia após.

15.9.10

I'm about to come alive



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Hey! I'm about to come alive!
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Not that anyone cares. Esses dias me peguei pensando no sentimento trágico e mala-mado que é a tristeza. Sádico, dark, fraco. Ocorreu-me que, por um breve colapso de tempo, 1/3 quarcks de segundo quântico, pensei em como seria se houvesse um novo meio de enxergar as coisas.
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Aí todos me cercam e perguntam se "hey, vai vir com esse chat de novo?". Trágico. Não consigo evitar de pensar nisso às vezes. Não somente eu, sozinho e sentado à beira do abismo onde as trevas circundam meu sólido e destemido universo com raios e trovões.
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Sólido. Meu pensamento se remeteu à velha fase onde tudo era doce e saboroso, onde cheiro tinha sabor de vento, e vento dava sensação de tato. O tato me remetia ao cheiro de algo que, guardado lá no fundo da memória, não conseguia lembrar o que era. Estava na ponta da língua. Talvez fosse alguém, ou algo. Ou simplesmente um momento qualquer.
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É como o cheiro de álcool. Não o vulgar. Mas o álcool etílico. Remete-me à uma velha infância na escola, na qual a professora pegaria um pano umidecido com álcool para limpar todas as carteiras. Um cheiro tão forte quanto o tato, tão vivo e presente quanto o gosto. Vivo até hoje em mim, especialmente quando algo qualquer me faz lembrar disto novamente.
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Raios e trovões. Uma trovoada escurece o céu, pinta de azul anil o único feixe de luz ainda existente lá longe. E eis que vem a tempestade. Musicalmente acalmando os ânimos daqueles que se veem sofrer, dos que estão a sofrer, os que sofrerão. E traz consigo o dó, ré, sol. Sempre depois da tempestade vem o sol. A audição que se reflete em brilho, luz, energia, calor.
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Calor me deixa suado. Redundante. Eu sei. E dá sede. Vejo o calor, sinto o calor, a sede, mera gustação. Mato a sede. E tudo me remete ao verão.
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Gasto duas linhas para escrever sobre o dito acima. Não gosto nem um pouco disso. E assim continuamos a caminhada. Sentindo, vivendo, experimentando. Ainda me pego a pensar que uma sórbida e triste lembrança me fez espairecer sobre tudo isso. Talvez nem precisasse, talvez nem fosse preciso. Lembranças são atraídas com os sentidos. Lembramos daquilo que, de alguma forma, vivenciamos, tocamos, vivemos o gosto. Vimos.
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Da série For me it's YOU! and no one else :D

14.9.10

Not at all

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E você me pega de surpresa. Assim, inesperado.
Faço de conta que não vejo. Não consigo.
É invevita-do.
E quando menos espero, me pego pensando,
Não consigo evitar.
Faço de conta que não existe, não consigo mais acalmar.
O acalma-do. Alma do amado, acalma a alma do amado.
E se por ventura algo surge, assim, de repente,
Faço que conta que não é atraente,
Atraído, atrela-do. Atraindo a alma do atrelado.
Você, que me pega de surpresa, inesperado,
Que já não faço mais de conta, sentimento de ser amado
Trsite desejo do balelo,
Não posso, sentimento mórbido, cobiçar a tê-lo?
Indiferente de mim, que me faço de conta, fantasio
Fantasia-do
A alma do amado, fantasiado, sentindo-se amado, acalmado atrelado sentimento inesperado.
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For me it's YOU! and no one else :D

10.9.10

And we keep'em movin' on

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Setembro me dá agonia. Não gosto daquele estilo vai não vai, meio termo, pulo pra qual lado do muro. Sempre foi assim. Não sei se está frio ou calor, se está mais pro meio do ano ou quase entrando no final, se é bom guardar um pouquinho de dinheiro para o final do ano ou deixo para depois. Meus sinceros agradecimentos a quem inventou o ano com 12 meses. É tempo demais para pensar em tudo isso.
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E olha que tivemos a graça de sermos presenteados com quatro estações. Dois períodos distintos num mesmo dia. 365 dias em um ano inteiro. Queria eu que o mês de setembro tivesse somente dez dias, assim já estaríamos em outubro. Não sei porque, mas outubro sempre significou para mim uma proximidade com o fim. O fim de tudo. O início de uma nova era que se aproxima.
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Esses dias me peguei pensando em toda essa relatividade. Tive a infelicidade de quase falar. Estava com um amigo da Austrália, over 50', o qual estava comentando sobre todo esse assunto. Aí fui dizendo "we don't actually know a lot of people travelling, I mean, ol...". Ops. Old people, you should never said that. But how can I put into words what I wanna say? Trynna avoiding wouldn't be such a great Idea. We gotta go talk about it. There’s gonna be a day for it.
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And it turns out that this day has finally arrived. Landing in our lives just like September ends, bringing a new October, full of new opportunities and what else it’s gotten for us. I just love skipping Sept and thinkin’ forward about it. I even got myself a couple of days ago imagining how this Xmas might be extremely awesome. I got some real plans for this year. It has to be special.
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And then that’s the only way we can keep movin’ on. Like someone said once, we get to sing for the right now moment, to be right now people and never quit of our real world. It’s still worth fighting for some real deal.

6.9.10

Ohh eeem gee

Girl dies

Smooth coffee

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There was a time when I met someone.
And I do not mean some body like anyone's body.
I mean the one (real one).
Smooth as the wind, gentle as a morning coffee.
Smooth coffee.
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That was like perfection, coupled with the comfort of having someone close.
To touch, feel, experience.
To open a window and see the light coming in with the small dust in the wind shaking.
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Smooth morning.
Mild afternoon.
It was like having back the flavor of life, joy of living.
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The brief season of love. Controlling the steps, counting each stair.
For me, there would not have been such as amazing. Life is too dangerous, and I ain’t the one who is gonna blow everything off just to take my little stressed edge away.
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It doesn’t really have to be like this way.

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5.9.10

Calling all angels

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O que homens e mulheres pensam sobre as profissões

We do miss the rain

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Eu tive um sonho, vou te contar, eu me atirava do oitavo andar.
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And it was raining. What comes to your mind when I say that on fire you are my last drop of rain? What movie comes to mind when I say that the rain brings the inner peace? And what happens when I put a T in front of RAIN? Does it makle TRAIN (which occasionally refers to my favorite band)?
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For me, writing the rain is [like] something fascinating. Rain is synonymous with peace, washing, leave all the problems being taken away and not think of anything negative. Rain is [like] a salvation.
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It happens that where I live raining is constant on December and January. Almost every day it rains. And I ain't talking about that kind of rain that makes you sleep. The kind of rain that comes to us is something like a flood, washing away all the things it sees ahead.
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I do not say that the rain has lost its charm, its magic. Although there are many magical things in the rain. Your beautiful form is always the charm in the eyes of those who fail to see the good things of the world. Thy will have to be done.