28.1.09

Amplie, adiante! Avante.

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Such a mess. Eu já não observo tão severamente, como eu fazia, o comportamento humano de uma maneira preconceituosa. Acho que, de uns tempos para cá, aprendi muito com essa nov vida. Trata-se de algo que eles chamam ainda de transtorno cultural, adaptação. Mas eu prefiro denominar como tratamento singularizado.
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Agora, por exemplo, há um senhor afora caminhando desde as 5 da manhã. Comportamento natural, estran ho para mim. Mas que, conforme tenho dito vulgarmente, admitindo uma certa compaixão ao dizer que o estranho e diferente me compõe.
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Em especial, por exemplo, essa foto me traz muitas lembranças boas. E, absolutamente convicto disto, espero observá-la daqui alguns anos e poder dizer novamente que sim, ainda me traz as mesmas boas. Ou ainda, contemplá-la e poder dizer o quanto foi diferente tudo o que vivi de uns tempos para cá.
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Gente da França? Aqueles que eu achava fechados, nojentos, cheios de perfume? Ou a França revolucionista, com ataques e movimentos contra a opressao do governo? Uma França cheia de mistérios, todavia que, agora, mais do que nunca, se encontra ao meu ver de uma forma muito engraçada. A França do Rémi, da Virgine e do Jonathan, por exemplo, que ajudaram-me a enxergar com outros olhos esta visão de que a França era realmente muito, mas muito chata.
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E agora eu vou avante. Adiante, para mim, é apenas um caminho aberto. Às vezes preciso realmente uma, duas ou, como neste caso, três almas bondosas francesas para abrirem-lhe os olhos. Acho fantástico o modo como Rémi encara o mundo, partindo de uma visão equilibrista e da busca pela energia das pessoas. Não, infelizmente é algo característico dele e que eu jamais pensaria em aderir ao meu estilo algum dia. Porém, abriu-me visões segundas que eu jamais poderia imaginar.
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Ao mesmo tempo que 2009 segue sendo um ano de muitas transformações radicais, tamém é aquele ano em que pareço estar realizando parte de meus sonhos. Amplitude, isto, talvez até mais.