
Sabe aquele sentimento de que estamos nos prendendo muito à monotonia? Então, recentemente...
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Vamos ao início. Cada dia é uma história nova! Sempre. Acho que assim não há outra maneira de se passar o tempo desaproveitando. Assim, quiçá, podemos melhor crer e viver com base na fantasia de que nosso espírito presente na terra se faz contente aos olhos alheios. Pura ótica da ilusão, como diriam meus amigos. Puro conceito exagerado, aos meus inimigos.
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O fato é que, de uns tempos para cá, acho que virei tudo aquilo que eu chamava de conceito e consciência de ponta cabeça, ao passo em que eu nem ao menos sei ao certo e exatamente com detalhes [e onde isso vai parar] o que eu era e deixei de ser.
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Mas não estou em crise substancial de existência para tentar provar, de alguma forma, que não sou mais crítico de minha própria personalidade ou que tenho ataques de raiva simultâneos. A questão é o fator gerador de tudo isso, que costumeiramente aprendi a chamar de inserção cultural estrangeira.
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Vida de happy hour, jogo de vôlei em seleções internacionais, torre de chopp? Não, isto não está certo. Aliás, nunca esteve! Café expresso às 5 da tarde, macarrão com queijo picotado e açúcar, sem contar o fato de eu estar comendo, às 9 da manhã em pleno sábado, a um pratão de salada com alface, pimentão, cebola, cenoura, beterraba, pepino e tomate?
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Acredito que essa inserção cultural gerou um impacto muito grande em minha vida. Eu planejava anteriormente uma viagem à Tailândia, sem muitos atrativos ainda em mente. Porém, devido ao grande euro-interact dos últimos tempos, já estou até mesmo mentalizando-me numa floresta de 30 lagos no meio da Finlândia.
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Louco? Nada. Agora eu faço turismo, sou turista, quero viajar!
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Vamos ao início. Cada dia é uma história nova! Sempre. Acho que assim não há outra maneira de se passar o tempo desaproveitando. Assim, quiçá, podemos melhor crer e viver com base na fantasia de que nosso espírito presente na terra se faz contente aos olhos alheios. Pura ótica da ilusão, como diriam meus amigos. Puro conceito exagerado, aos meus inimigos.
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O fato é que, de uns tempos para cá, acho que virei tudo aquilo que eu chamava de conceito e consciência de ponta cabeça, ao passo em que eu nem ao menos sei ao certo e exatamente com detalhes [e onde isso vai parar] o que eu era e deixei de ser.
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Mas não estou em crise substancial de existência para tentar provar, de alguma forma, que não sou mais crítico de minha própria personalidade ou que tenho ataques de raiva simultâneos. A questão é o fator gerador de tudo isso, que costumeiramente aprendi a chamar de inserção cultural estrangeira.
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Vida de happy hour, jogo de vôlei em seleções internacionais, torre de chopp? Não, isto não está certo. Aliás, nunca esteve! Café expresso às 5 da tarde, macarrão com queijo picotado e açúcar, sem contar o fato de eu estar comendo, às 9 da manhã em pleno sábado, a um pratão de salada com alface, pimentão, cebola, cenoura, beterraba, pepino e tomate?
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Acredito que essa inserção cultural gerou um impacto muito grande em minha vida. Eu planejava anteriormente uma viagem à Tailândia, sem muitos atrativos ainda em mente. Porém, devido ao grande euro-interact dos últimos tempos, já estou até mesmo mentalizando-me numa floresta de 30 lagos no meio da Finlândia.
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Louco? Nada. Agora eu faço turismo, sou turista, quero viajar!