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Concordamos em dizer que muito daquilo que gostamos de fazer, ora por obrigatoriedade de nosso instinto que permite e garante a sobrevivência, como alimentação, vestuário, locomoção e "aparagem", também pode se tornar o inverso de um gosto bom - indiferente, sólido e às vezes àspero.
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Fico imune em pensar que muitas destas atividades tornam-se fadigas, obsoletas, ressecadas com o passar do tempo. É mais fácil conduzir a vida em uma nova jornada rumo à restituição destes mesmos gostos ao invés da tentativa de querer mudá-los. A mudança em si não adianta em muitas vezes, sendo que sua razão primordial poara nós, seres humanos, é a de satisfar-nos temporariamente e induzir-nos a pensar de modo equivocado que estamos a par de nos acostumarmos com perante situação modificada.
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Pode até parecer confuso, mas na prática isto se solidifica de modo a nos trazer sérios problemas. Acostumados com determinada convivência em decorrência de nossas próprias escolhas, ou ainda de escolhas adjascentes mas que nos fazem bem da mesma forma, graves problemas começam a surgir após o momento em que desvirtuamo-nos desta mesma senda caminhada a vida inteira.
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Não traço apenas problemas ruins, como também aqueles dos quais poderiam não existir caso estivéssemos acostumados com tal situação desconhecida, forasteira. Costumo até achar engraçado que, para este último caso, o quão alto é o número de peças que a vida nos prega. Boas ou não, trazendo humilhantes situações e até mesmo resquícios daquele tempo em que, pueris, achávamos que o mundo e o ser humano eram bons por natureza, e que o mal morava sob a terra.
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Quimera! O raio de sol que queima sobre nossa pele nos faz sentir a verdadeira força peso daquilo que consideramos o arrasto de nossas vidas por este deserto. Tentamos prosseguir, mas nem sempre conseguimos. Mudar? Talvez. Avançar perante o nada? Olha, não sou eu quem direi se é o melhor passo a ser seguido.
Concordamos em dizer que muito daquilo que gostamos de fazer, ora por obrigatoriedade de nosso instinto que permite e garante a sobrevivência, como alimentação, vestuário, locomoção e "aparagem", também pode se tornar o inverso de um gosto bom - indiferente, sólido e às vezes àspero.
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Fico imune em pensar que muitas destas atividades tornam-se fadigas, obsoletas, ressecadas com o passar do tempo. É mais fácil conduzir a vida em uma nova jornada rumo à restituição destes mesmos gostos ao invés da tentativa de querer mudá-los. A mudança em si não adianta em muitas vezes, sendo que sua razão primordial poara nós, seres humanos, é a de satisfar-nos temporariamente e induzir-nos a pensar de modo equivocado que estamos a par de nos acostumarmos com perante situação modificada.
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Pode até parecer confuso, mas na prática isto se solidifica de modo a nos trazer sérios problemas. Acostumados com determinada convivência em decorrência de nossas próprias escolhas, ou ainda de escolhas adjascentes mas que nos fazem bem da mesma forma, graves problemas começam a surgir após o momento em que desvirtuamo-nos desta mesma senda caminhada a vida inteira.
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Não traço apenas problemas ruins, como também aqueles dos quais poderiam não existir caso estivéssemos acostumados com tal situação desconhecida, forasteira. Costumo até achar engraçado que, para este último caso, o quão alto é o número de peças que a vida nos prega. Boas ou não, trazendo humilhantes situações e até mesmo resquícios daquele tempo em que, pueris, achávamos que o mundo e o ser humano eram bons por natureza, e que o mal morava sob a terra.
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Quimera! O raio de sol que queima sobre nossa pele nos faz sentir a verdadeira força peso daquilo que consideramos o arrasto de nossas vidas por este deserto. Tentamos prosseguir, mas nem sempre conseguimos. Mudar? Talvez. Avançar perante o nada? Olha, não sou eu quem direi se é o melhor passo a ser seguido.