Divulgada no dia nove desse mês, "Friozinho chega sem bater na porta" foi motivo de contestação para Carolina Gigliotti, aluna do segundo ano de psicologia do Cesumar (Centro Universitário de Maringá).
Segundo a estudante, "São Pedro não pode nem respirar que esse povo Maringaense sente frio assim onde não tem".
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Acho que a cara internauta se esqueceu de ler (ou então, caso tenha lido, não prestou muita atenção) o parágrafo seguinte, onde eu me refiro a uma espécie de frio passageiro, já que ainda estamos no outono.
Acompanhe:
"O outono é sempre a melhor estação! Que bom que nos foi oferecido um tempo para mudar. É quando o frio vem sem bater na porta e, depois de uns dias, vai embora. Aí vem aquele solzinho para esquentar. Mas o frio volta, e volta logo."
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Fica mais do que evidente, Carolina, que o frio a que me refiro é aquele passageiro, que chega como quem não quer nada e, logo depois, sai de mansinho. Exemplo atual foi o calor de ontem, por exemplo, quando a média na cidade chegou a 27 graus.
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Quero dizer que responderei à todos os comentários, divergentes ou não das minhas opiniões, com o maior senso jornalístico! E obrigado pela observação, cara internauta.
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